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Morro Tucum

Pico Paraná é a maior montanha da Região Sul do Brasil. Está localizada no conjunto da Serra do Ibitiraquire, entre os municípios de Antonina e Campina Grande do Sul. O "PP" foi descoberto por Reinhard Maack em 1941.

Localização: Campina Grande do Sul (PR)
Altura: 1.720 metros
Distância: 5 km (ida e volta)
Tempo: 3h de subida
Intensidade: Média
Dificuldade: Média

Quanto custa
É cobrada taxa de entrada de R$ 10 por pessoa na Fazenda do Bolinha. Há pedágio no meio do caminho para quem sai de Curitiba. 

Como chegar
Para chegar a Fazenda do Bolinha, que da acesso à montanha, deve-se pegar a BR-116 sentido São Paulo. Depois do pedágio, ande mais 6 km até chegar no Posto Túlio. A entrada para a fazenda está a cerca de 400 metros. A  partir daí, são 4 km até o local. 

Como fazer
Faça o cadastro na Fazenda do Bolinha. Ali tem-se acesso aos morros Camapuã, Tucum, Pedra Branca, Cerro Verde e Ciririca. A trilha é bem marcada e tranquila de ser feita, apesar de alguns trechos cheios de lama. O caminho é de fácil acesso e tranquilo de ser feito, passando por alguns trechos de rios. No caminho, há uma árvore enorme que vale a pena algumas fotos. 

Chegando ao cruzo há as indicações para os morros que podem serem feitos por ali. A trilha é fechada e, no fim, se abre para a rampa do Camapuã e chega ao cume dessa montanha. Por instinto, siga para o Tucum, que é uma montanha que parece estar ao lado do Camapuã, mas tem um vale que as divide. Nessa baixada, dizem que tem água, mas eu não achei. Por fim, são 40 minutos até o Tucum, totalizando as 3h de caminhada. 

Atrações
- Vista do Morro Camapuã
- Vista do Pico Itapiroca
- Vista do Pico Caratuva
- Vista do Pico Paraná
- Vista do Pico Taipabuçu
- Vista do Pico Ferraria

Dicas para subir o Morro Camapuã
- Água (mas tem local para reabastecer)
- Sanduíches para o almoço
- Barras de cereal e frutas como lanche
- Levar repelente, protetor solar, boné e óculos
- Lanterna e apito (obrigatoriamente)
- Atenção na trilha de retorno no Morro Camapuã

Minha aventura
10h10 - início da trilha

11h00 - chegada no cruzo
12h10 - chegada no cume do Morro Camapuã

12h50 - chegada no cume do Morro Tucum

Caminhada tranquila até o cume do Morro Camapuã. Duas horas de trilha com direito a lama em alguns trechos e grande esforço apenas para subir a rampa. Não posso nem comentar sobre a vista, pois as nuvens não deixaram ver muito do local, apenas o Morro Tucum, que parecia estar do lado do Camapuã.

Fotos

Parece "logo ali"

No cume do Morro Tucum

Baixada entre Camapuã e Tucum

Represa do Capivari

Volta para casa

Adios

Morro Camapuã

Morro Camapuã tem 1703 metros e está localizada no município de Campina Grande do Sul (PR). Fica praticamente junto ao Morro Tucum.

Localização: Campina Grande do Sul (PR)
Altura: 1.703 metros
Distância: 4 km (ida e volta)
Tempo: 2h30 de subida
Intensidade: Baixa
Dificuldade: Média

Quanto custa
É cobrada taxa de entrada de R$ 10 por pessoa na Fazenda do Bolinha. Há pedágio no meio do caminho para quem sai de Curitiba. 

Como chegar
Para chegar a Fazenda do Bolinha, que da acesso à montanha, deve-se pegar a BR-116 sentido São Paulo. Depois do pedágio, ande mais 6 km até chegar no Posto Túlio. A entrada para a fazenda está a cerca de 400 metros. A  partir daí, são 4 km até o local. 

Como fazer
Faça o cadastro na Fazenda do Bolinha. Ali tem-se acesso aos morros Camapuã, Tucum, Pedra Branca, Cerro Verde e Ciririca. A trilha é bem marcada e tranquila de ser feita, apesar de alguns trechos cheios de lama. O caminho é de fácil acesso e tranquilo de ser feito, passando por alguns trechos de rios. No caminho, há uma árvore enorme que vale a pena algumas fotos. Chegando ao cruzo há as indicações para os morros que podem serem feitos por ali. A partir de então não existe mais água (apenas indo ao Tucum). A trilha é fechada e, no fim, se abre para a rampa do Camapuã. É a única parte mais cansativa, ainda mais por ter a sensação de que é logo ali, mas não é. A caminhada leva de 2h a 2h30. 

Atrações
- Vista do Morro Tucum
- Vista do Pico Itapiroca
- Vista do Pico Caratuva
- Vista do Pico Paraná
- Vista do Pico Taipabuçu
- Vista do Pico Ferraria

Dicas para subir o Morro Camapuã
- Água (mas tem local para reabastecer)
- Sanduíches para o almoço
- Barras de cereal e frutas como lanche
- Levar repelente, protetor solar, boné e óculos
- Lanterna e apito (obrigatoriamente)
- Atenção na trilha de retorno no Morro Camapuã

Minha aventura
10h10 - início da trilha

11h00 - chegada no cruzo
12h10 - chegada no cume


Caminhada tranquila até o cume do Morro Camapuã. Duas horas de trilha com direito a lama em alguns trechos e grande esforço apenas para subir a rampa. Não posso nem comentar sobre a vista, pois as nuvens não deixaram ver muito do local, apenas o Morro Tucum, que parecia estar do lado do Camapuã. Quando fiz essa trilha, fui até o Tucum.

Fotos
Cruzo

Trecho tranquilo com lama

Início da rampa do Camapuã

No cume do Camapuã

Pausa pra foto

Caminho de volta

Morro do Vigia

Morro do Vigia está situado em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba (PR). Tem 1.340 metros de altura e fica junto ao Morro do Canal e Torre Amarela com o acesso sendo o mesmo para os três locais. 

Localização: Piraquara (PR)
Altura: 1.370 metros
Distância: 4 km
Tempo: 1h30 de subida
Intensidade: Baixa
Dificuldade: Baixa

Quanto custa
A entrada para a subida do Morro do Canal está dentro da propriedade particular Sítio Rocha, mas o dono, o Seu Zezinho, deixa permite a passagem de montanhistas sem problemas (mas leve dez reais por carro por garantia).

Como chegar
O acesso mais comum ao morro é pela BR-277. De Curitiba a Paranaguá, utilize o último retorno antes do pedágio. A aproximadamente 900 metros haverá uma estrada de chão à direita. A estrada corta a região da Colônia Imperial de Santa Maria do Novo Tirol da Boca da Serra. Zere o odômetro do caro e siga 3,6 km até uma bifurcação. Siga à direita e com 4,5 km chegará à represa. 

Seguindo novamente à direita, margeando a represa, a estrada chega a uma nova bifurcação (a 6,8 km), seguindo agora para a esquerda. Esse é o pior trecho da estrada, que ultrapassa uma subida um pouco mais longa, até chegar a uma nova bifurcação (com 8,2 km). É nesse ponto que se une à outra opção de acesso ao Morro do Canal (veja abaixo). O caminho é seguindo pela direita, tanto nessa quanto na bifurcação seguinte (com 8,45 km). Desse ponto em diante não existem mais bifurcações e a estrada termina no portão do Sítio Rocha (ou Seu Zézinho) com o total de 10,7 km.

Saindo de Piraquara, siga pela Rodovia João Leopoldo Jacomel. Chegando em Piraquara a estrada se divide em uma avenida que corta a cidade e a continuação da rodovia. Nesse ponto entre na primeira rua a direita (Rua Carlos Belão) que passa atrás do cemitério e depois siga a esquerda. Mantenha-se no asfalto até a próxima bifurcação, seguindo pela direita, agora em estrada de chão pela Rua Nova Tirol. Zere o odômetro e na primeira bifurcação (1,5 km) a estrada segue pela esquerda até chegar a um posto de saúde (2,7 km) onde o caminho continua para a direita. 

Logo a estrada terá nova bifurcação (3,4 km) e siga pela direita. Na bifurcação seguinte (com 4,35 km) o caminho para o Morro do Canal continua pela esquerda, seguindo em direção aos Mananciais da Serra. Antes de chegar aos mananciais, com 5,85 km há uma nova bifurcação que deve seguir à direita. Nesse trecho seguinte a estrada passa por dentro da Sanepar onde é proibido parar. 

Ao chegar no portão (com 7,35 km) basta dizer que está indo para o Morro do Canal que a passagem é liberada. Após atravessar os Mananciais da Serra, a estrada segue até encontrar com a estrada que vem da BR-277, onde há uma nova bifurcação (com 10,84 km). Seguindo à direita nessa e na próxima bifurcação (11,1 km) não haverão mais desvios no caminho até o portão do Sítio Rocha com 12,3 km.

Como fazer
O início da trilha dentro da propriedade, mas não é tão marcada. Preste bastante atenção no caminho que não é tão frequentado devido à popularidade do vizinho Morro do Canal. Passado os momentos iniciais, encontrará obstáculos como correntes que auxiliam na subida e grampos para subir as pedras. No não tão grande cume, é possível avistar o Morro do Canal.  

Atrações
- Vista do Morro do Canal
- Vista do Morro Torre Amarela

Dicas para o Morro do Canal
- Água
- Sanduíches para o almoço
- Barras de cereal e frutas como lanche
- Levar protetor solar, boné e óculos
- Local tem banheiro e lanchonete

Minha Aventura
09h30 - início da trilha
11h00 - chegada no cume

Entende-se porque a trilha para o Morro do Vigia não é tão frequentada. O caminho não é marcado e parece que ninguém quer passar por ali. Não levei minha câmera e as fotos foram tiradas do celular. A vista é tão bonita quanto a do Morro do Canal, sendo possível ver esse.

Fotos

Morro do Canal

O Morro do Canal, situado em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba (PR), tem 1.359 metros de altura e é a primeira montanha do Planalto da Serra do Marumbi e a mais fácil de Curitiba e Região. 

Localização: Piraquara (PR)
Altura: 1.340 metros
Distância: 4 km
Tempo: 1h30 de subida
Intensidade: Baixa
Dificuldade: Baixa

Quanto custa
A entrada para a subida do Morro do Canal está dentro da propriedade particular Sítio Rocha, mas o dono, o Seu Zezinho, deixa permite a passagem de montanhistas sem problemas (mas leve dez reais por carro por garantia).

Como chegar
O acesso mais comum ao morro é pela BR-277. De Curitiba a Paranaguá, utilize o último retorno antes do pedágio. A aproximadamente 900 metros haverá uma estrada de chão à direita. A estrada corta a região da Colônia Imperial de Santa Maria do Novo Tirol da Boca da Serra. Zere o odômetro do caro e siga 3,6 km até uma bifurcação. Siga à direita e com 4,5 km chegará à represa. 

Seguindo novamente à direita, margeando a represa, a estrada chega a uma nova bifurcação (a 6,8 km), seguindo agora para a esquerda. Esse é o pior trecho da estrada, que ultrapassa uma subida um pouco mais longa, até chegar a uma nova bifurcação (com 8,2 km). É nesse ponto que se une à outra opção de acesso ao Morro do Canal (veja abaixo). O caminho é seguindo pela direita, tanto nessa quanto na bifurcação seguinte (com 8,45 km). Desse ponto em diante não existem mais bifurcações e a estrada termina no portão do Sítio Rocha (ou Seu Zézinho) com o total de 10,7 km.

Saindo de Piraquara, siga pela Rodovia João Leopoldo Jacomel. Chegando em Piraquara a estrada se divide em uma avenida que corta a cidade e a continuação da rodovia. Nesse ponto entre na primeira rua a direita (Rua Carlos Belão) que passa atrás do cemitério e depois siga a esquerda. Mantenha-se no asfalto até a próxima bifurcação, seguindo pela direita, agora em estrada de chão pela Rua Nova Tirol. Zere o odômetro e na primeira bifurcação (1,5 km) a estrada segue pela esquerda até chegar a um posto de saúde (2,7 km) onde o caminho continua para a direita. 

Logo a estrada terá nova bifurcação (3,4 km) e siga pela direita. Na bifurcação seguinte (com 4,35 km) o caminho para o Morro do Canal continua pela esquerda, seguindo em direção aos Mananciais da Serra. Antes de chegar aos mananciais, com 5,85 km há uma nova bifurcação que deve seguir à direita. Nesse trecho seguinte a estrada passa por dentro da Sanepar onde é proibido parar. 

Ao chegar no portão (com 7,35 km) basta dizer que está indo para o Morro do Canal que a passagem é liberada. Após atravessar os Mananciais da Serra, a estrada segue até encontrar com a estrada que vem da BR-277, onde há uma nova bifurcação (com 10,84 km). Seguindo à direita nessa e na próxima bifurcação (11,1 km) não haverão mais desvios no caminho até o portão do Sítio Rocha com 12,3 km.

Como fazer
O início da trilha dentro da propriedade é marcada e a trilha é fechada. Por outro lado, conta com algumas aberturas que garante uma vista ótima de toda a floresta local. A caminhada tem obstáculos como raízes de árvore e lances para escalaminhada (utilização da mão para subir obstáculos em pedra como grampos e correntes), ótimo para exercitar, também, os braços. Para quem tem bom condicionamento físico, em uma hora é possível fazer a trilha. No entanto, dependendo do dia, pelo baixo nível da montanha sendo fácil de chegar ao cume, a grande movimentação de pessoas faz com que o caminho seja percorrido em até duas horas. 

Atrações
- Vista do Morro do Vigia
- Vista do Morro Torre Amarela

Dicas para o Morro do Canal
- Água
- Sanduíches para o almoço
- Barras de cereal e frutas como lanche
- Levar protetor solar, boné e óculos
- Local tem banheiro e lanchonete

Minha Aventura
11h00 - início da trilha
12h00 - uma das primeiras vistas
12h30 - chegada no cume

A subida ao Morro do Canal é rápida, com vários grampos presos às rochas do morro que agilizam a subida. O grande problema é a fila que se forma por ser o morro mais frequentado de Curitiba e Região. Com pessoas de todas as idades e condicionamento físico, se você quer fazer uma trilha com mais paz e sossego no contato com a natureza, o Morro do Canal não é indicado. Ou procure dias mais frios, nublados ou que não sejam feriados nem sábado ou domingo. Por conta desse motivo, a experiência minha e dos meus amigos não foi das melhores, mas o visual do topo vale muito a pena, assim como a subida com grampos que eu, particularmente, gosto muito. 

Fotos
Grampos! Suba com as mãos ou suba com os pés

Trecho com correntes

Fila para subir e fila para descer

A bela vista do cume do Morro do Canal

Local para belas fotos

;)

Morro do Anhangava

O Morro do Anhangava está localizado no município de Quatro Barras e encontra-se na Serra da Baitaca. Em língua tupi-guarani, o morro significa Morada do Diabo. O local também é procurado por praticantes de escalada rapel e voo livre e rapel, sendo considerado um “campo escola” para montanhistas e adeptos da escalada esportiva.

Localização: Quatro Barras (PR)
Altura: 1.450 metros
Distância: 8 km
Tempo: 1h30 de subida
Intensidade: Baixa
Dificuldade: Baixa

Quanto custa
Não é cobrado nenhuma entrada, apenas R$ 10,00 do estacionamento e, em seguida, é necessário apenas deixar o registro no posto do IAP.

Como chegar
Fica no mesmo local do Caminho do Itupava na Rua Izahir Lago, 1586, no distrito de Borda do Campo. Para ir de ônibus a saída é no Terminal Guadalupe, no centro de Curitiba, ir até o Terminal de Quatro Barras e pegar o ônibus Borda do Campo até o ponto final, depois andar um pouco até o começo da trilha e deixar o nome no posto do IAP. De carro, após seguir pela BR-116 até a entrada principal do centro de Quatro Barras. Há placas que guiam no caminho até o morro.

Como fazer
O início da trilha está mais acima do posto do IAP, na estrada de terra à direita. A trilha leve e tranquila ao cume dura de 1h30 a duas horas. Fitas brancas e amarelas auxiliam no caminho. Há apenas dois trechos que exigem maior adrenalina. Uma íngreme subida que tem o auxílio de grampos e, logo em seguida, uma formação rochosa inclinada que é bom ter cuidado para não descer rolando na volta.

Antes do cume é um ante cume que dá a impressão de ser o caminho final, mas não é. Do topo do Morro do Anhangava, é possível avistar a Serra do Mar. Na volta, logo após a hora do almoço, caso faça a trilha pela manhã, é possível conhecer a pequena e bela cachoeira do local. Ela fica a 15 minutos em uma rota alternativa, mas cuidado para não fazer confusão e seguir o caminho de subida do morro.


Atrações
- Vista da Serra do Mar
- Experiência muito boa com grampos
- Subir 90º uma formação rochosa
- Cachoeira em caminho alternativo a 15 minutos

Dicas para o Morro do Anhangava
- Água (tem locais para reabastecer)
- Sanduíches para o almoço
- Barras de cereal e frutas como lanche
- Levar repelente, protetor solar, boné e óculos

Minha Aventura
11h30 - início da trilha
12h00 - chegada na cachoeira
13h15 - parada para descanso em base para escalada e rapel
14h30 - chegada no cume falso do Morro do Anhangava
14h40 - o cume do Morro do Anhangava na última foto abaixo

O Morro do Anhangava é considerada uma trilha iniciante em Curitiba e Região. Nas fotos, foi minha terceira subida ao morro (subi mais uma depois) e fiz um amigo e duas amigas que queriam subir o Morro do Anhangava. Na experiência de iniciante delas, a trilha leve foi feito com calma e algumas paradas para descanso. Os trechos com grampos foram feitos com esforço, mas tranquilamente. Já na ascensão na formação rochosa foi um pouco mais dificultosa, nada que comprometa o fantástico visual assim que se chega lá em cima.

Fotos
Cachoeira a 15 minutos de caminhada

Local é campo para iniciantes na escalada ou rapel

A parte dos grampos: desafio tranquilo

A parte inclinada

Foto tirada do "cume falso" de eu e meu amigo no ponto mais alto

;)