Chile

Chile é um destino fantástico com com diferentes sensações ao longo de toda extensão do país. Situado em toda a costa leste da América do Sul, tem o Oceano Pacífico a oeste e a linda Cordilheira dos Andes a leste. No norte está o mais árido local do mundo, o Deserto do Atacama, e ao sul a Patagônia Chilena, com geladas e úmidas florestas. Está dividido em 15 regiões, 54 províncias e 346 comunas.

Capital: Santiago
Moeda: Peso chileno
Língua: Espanhol
Fuso: -1 em relação à Brasília
População: 17.620.000 habitantes


Quanto custa
Em minha viagem de cinco dias no País, passei por Santiago, Viña del Mar e Valparaíso, além de assistir a dois jogos da Copa América de 2015 e o total de gastos foi de R$ 2300. Veja mais detalhes do custo da viagem ao Chile neste material.

Como chegar

Passagens de avião para Santiago custam em média mil reais. De carro, são 38 horas de viagem até Santiago, mas deve ser gostoso pensar em uma viagem de carro de norte a sul (ou de sul a norte?) por toda a extensão da "bengala do mundo" (acabei de inventar isso).

Principais destinos
- San Pedro de Atacama
- Santiago
- Valparaíso
- Viña del Mar
- Pucón
- Puerto Montt
- Torres del Paine
- Punta Arenas
- Terra do Fogo
- Ilha Grande de Chiloé
- Ilha de Páscoa

Minha viagem
Caso me perguntassem há um ano se eu pensava em viajar ao Chile eu diria que isso não passava pela cabeça. Porém, com uma Copa América de Futebol no país e o desejo de fazer uma grande viagem antes de ter meu próprio lugar, a possível visita a Santiago se tornou uma ótima oportunidade. E foi isso o que aconteceu. Engraçado lembrar que não tinha gostado da mudança de realização do torneio do Brasil para o país andino, pois queria que, assim como a Copa do Mundo, fosse aqui no Brasil. No final, a mudança foi algo porque além acompanhar a competição sul-americana de seleções, me deu a oportunidade de conhecer outro país, outra cultura e outro modo de vida.  

E mesmo conhecendo apenas sua capital e dois principais recintos litorâneos do país, é pouco dizer que o Chile é lindo, espetacular e maravilhoso. Os cinco dias que passei lá começaram a ser arquitetados ainda no ano passado, já sabendo que a Copa América no Chile era um bom motivo para viajar, assistir alguns jogos e principalmente conhecer o país. Como poderia dar para trás nesta empreitada achando que a qualquer momento o dinheiro destinado para a viagem cairia bem melhor na poupança, sabia que o primeiro passo para realmente atravessar o sul da América seria comprar os ingressos.  

Após esperar ansiosamente dois lotes, um destinado aos chilenos e outro a quem fosse acompanhar apenas os jogos de cada seleção, em fevereiro consegui comprar os tickets para dois jogos: Brasil x Colômbia, no Estádio Monumental em Santiago, e Peru x Venezuela, no Estádio Elías Figueroa, na litorânea e portuária Valparaíso. Feito isso, o segundo passo foi comprar o que seria o custo de metade da viagem: as passagens de avião. Apesar de nunca ter feito isso na vida, deu tudo certo.  

Até três semanas antes da viagem marcada para 15 de julho, pouco imaginava sobre o que eu faria na capital Santiago. Do Chile, tenho apenas consideração desde criança pela bonita bandeira do país, pelo nome da capital e por sua seleção de futebol que sempre sofria nos confrontos contra o Brasil. Poderia citar o camisa dez do Palmeiras, Jorge Valdívia, mas… Com reservas feitas (no ótimo booking.com) em dois hostels, ainda estava em dúvida em qual ficaria: um mais próximo do centro e mais caro ou outro um pouco mais afastado, todavia perto de outros locais e do terminal de ônibus, além de mais em conta com o que desejava gastar. 

Feito a escolha pela segunda opção, fiquei no local que já chamava a atenção pelo nome – Hostel Chile Lindo – e passei a criar todo o meu roteiro com base na pousada. Algo que eu nunca tinha dado bola, pois não imaginava fazer tão cedo na vida era acessar sites de viagem para conhecer o que fazer a onde ir na viagem. Encontrei no Viaje na viagem o melhor local para isso. Passei algumas noites até tarde empolgado com a programação da jornada e animado com a primeira viagem a passeio da vida – para outro país e sozinho.

Seguindo as dicas do site, procurei os lugares obrigatórios de visita e selecionei outros da minha vontade de conhecer ou apenas passar em frente e fui no Google Maps criando os caminhos que percorreria pela bela e moderna Santiago, além das cidades litorâneas Valparaíso e Viña del Mar para ir a vários lugares e aproveitar ao máximo. Com o planejamento em mãos e o dia cada vez mais próximo, a ansiedade batia e o desejo de dar tudo certo também. Veja como foi um pouco das visitas em Santiago e Viña del Mar + Valparaíso. 


Fotos

O Palácio de La Moneda é onde fica a presidência do Chile

Morro Tucum

Pico Paraná é a maior montanha da Região Sul do Brasil. Está localizada no conjunto da Serra do Ibitiraquire, entre os municípios de Antonina e Campina Grande do Sul. O "PP" foi descoberto por Reinhard Maack em 1941.

Localização: Campina Grande do Sul (PR)
Altura: 1.720 metros
Distância: 5 km (ida e volta)
Tempo: 3h de subida
Intensidade: Média
Dificuldade: Média

Quanto custa
É cobrada taxa de entrada de R$ 10 por pessoa na Fazenda do Bolinha. Há pedágio no meio do caminho para quem sai de Curitiba. 

Como chegar
Para chegar a Fazenda do Bolinha, que da acesso à montanha, deve-se pegar a BR-116 sentido São Paulo. Depois do pedágio, ande mais 6 km até chegar no Posto Túlio. A entrada para a fazenda está a cerca de 400 metros. A  partir daí, são 4 km até o local. 

Como fazer
Faça o cadastro na Fazenda do Bolinha. Ali tem-se acesso aos morros Camapuã, Tucum, Pedra Branca, Cerro Verde e Ciririca. A trilha é bem marcada e tranquila de ser feita, apesar de alguns trechos cheios de lama. O caminho é de fácil acesso e tranquilo de ser feito, passando por alguns trechos de rios. No caminho, há uma árvore enorme que vale a pena algumas fotos. 

Chegando ao cruzo há as indicações para os morros que podem serem feitos por ali. A trilha é fechada e, no fim, se abre para a rampa do Camapuã e chega ao cume dessa montanha. Por instinto, siga para o Tucum, que é uma montanha que parece estar ao lado do Camapuã, mas tem um vale que as divide. Nessa baixada, dizem que tem água, mas eu não achei. Por fim, são 40 minutos até o Tucum, totalizando as 3h de caminhada. 

Atrações
- Vista do Morro Camapuã
- Vista do Pico Itapiroca
- Vista do Pico Caratuva
- Vista do Pico Paraná
- Vista do Pico Taipabuçu
- Vista do Pico Ferraria

Dicas para subir o Morro Camapuã
- Água (mas tem local para reabastecer)
- Sanduíches para o almoço
- Barras de cereal e frutas como lanche
- Levar repelente, protetor solar, boné e óculos
- Lanterna e apito (obrigatoriamente)
- Atenção na trilha de retorno no Morro Camapuã

Minha aventura
10h10 - início da trilha

11h00 - chegada no cruzo
12h10 - chegada no cume do Morro Camapuã

12h50 - chegada no cume do Morro Tucum

Caminhada tranquila até o cume do Morro Camapuã. Duas horas de trilha com direito a lama em alguns trechos e grande esforço apenas para subir a rampa. Não posso nem comentar sobre a vista, pois as nuvens não deixaram ver muito do local, apenas o Morro Tucum, que parecia estar do lado do Camapuã.

Fotos

Parece "logo ali"

No cume do Morro Tucum

Baixada entre Camapuã e Tucum

Represa do Capivari

Volta para casa

Adios

Morro Camapuã

Morro Camapuã tem 1703 metros e está localizada no município de Campina Grande do Sul (PR). Fica praticamente junto ao Morro Tucum.

Localização: Campina Grande do Sul (PR)
Altura: 1.703 metros
Distância: 4 km (ida e volta)
Tempo: 2h30 de subida
Intensidade: Baixa
Dificuldade: Média

Quanto custa
É cobrada taxa de entrada de R$ 10 por pessoa na Fazenda do Bolinha. Há pedágio no meio do caminho para quem sai de Curitiba. 

Como chegar
Para chegar a Fazenda do Bolinha, que da acesso à montanha, deve-se pegar a BR-116 sentido São Paulo. Depois do pedágio, ande mais 6 km até chegar no Posto Túlio. A entrada para a fazenda está a cerca de 400 metros. A  partir daí, são 4 km até o local. 

Como fazer
Faça o cadastro na Fazenda do Bolinha. Ali tem-se acesso aos morros Camapuã, Tucum, Pedra Branca, Cerro Verde e Ciririca. A trilha é bem marcada e tranquila de ser feita, apesar de alguns trechos cheios de lama. O caminho é de fácil acesso e tranquilo de ser feito, passando por alguns trechos de rios. No caminho, há uma árvore enorme que vale a pena algumas fotos. Chegando ao cruzo há as indicações para os morros que podem serem feitos por ali. A partir de então não existe mais água (apenas indo ao Tucum). A trilha é fechada e, no fim, se abre para a rampa do Camapuã. É a única parte mais cansativa, ainda mais por ter a sensação de que é logo ali, mas não é. A caminhada leva de 2h a 2h30. 

Atrações
- Vista do Morro Tucum
- Vista do Pico Itapiroca
- Vista do Pico Caratuva
- Vista do Pico Paraná
- Vista do Pico Taipabuçu
- Vista do Pico Ferraria

Dicas para subir o Morro Camapuã
- Água (mas tem local para reabastecer)
- Sanduíches para o almoço
- Barras de cereal e frutas como lanche
- Levar repelente, protetor solar, boné e óculos
- Lanterna e apito (obrigatoriamente)
- Atenção na trilha de retorno no Morro Camapuã

Minha aventura
10h10 - início da trilha

11h00 - chegada no cruzo
12h10 - chegada no cume


Caminhada tranquila até o cume do Morro Camapuã. Duas horas de trilha com direito a lama em alguns trechos e grande esforço apenas para subir a rampa. Não posso nem comentar sobre a vista, pois as nuvens não deixaram ver muito do local, apenas o Morro Tucum, que parecia estar do lado do Camapuã. Quando fiz essa trilha, fui até o Tucum.

Fotos
Cruzo

Trecho tranquilo com lama

Início da rampa do Camapuã

No cume do Camapuã

Pausa pra foto

Caminho de volta

Cachoeira Salto Morato

A Cachoeira Salto Morato está situada em Guaraqueçaba (PR) e é uma Reserva Particular do Patrimônio Natural que tem tem 2340 hectares. Pertence à Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza. 

Localização: Guaraqueçaba (PR)
Altura: 33 metros
Distância: 3 km
Tempo: 1 hora
Intensidade: Baixa
Dificuldade: Baixa

Quanto custa
A entrada na reserva custa R$ 10. Se for acampar no local, o camping custa R$ 15. Para fazer a travessia de barco custa R$ 30,00. Quando fazer esse caminho, atualizo sobre o preço para chegar de táxi ao local, mas o trecho de 40 minutos (23 km) deve custar cerca de R$ 150, por isso, vá em quatro pessoas.

Como chegar
O melhor caminho para conhecer a cachoeira Salto Morato é por mar saindo de Paranaguá. A viagem dura aproximadamente 2h30 e o local de embarque é na Rua da Praia (no trapiche público próximo à rodoviária). Algumas opções são o Transporte Marítimo Friend's (41 9125-9666) que sai 9h de Paranaguá e 14h de Guaraqueçaba e a Marujo Tour (41 8424-7974), que não opera domingo e sai 13h30 de Paranaguá e 7h de Guaraqueçaba. A Reserva Natural Salto Morato fica a 20 km da cidade de Guaraqueçaba, sendo necessário alugar um táxi no município. 

Por terra, o que eu não recomento nunca, o caminho é enfrentar os sofridos 77 km de estrada de pedra (mas pedra mesmo, não de chão ou paralelepípedo) da PR-405 e levar de 2h30 a 3h para isso. Indo sentido Morretes, pegue a PR-340 para Cacatu, um pouco antes de Antonina, pegue e depois a PR-405. Deste ponto, são 77 km por estrada de terras.

Como fazer
São duas trilhas existentes na Reserva Natural Salto Morato. A Trilha da Figueira tem 5,3 km (duas horas) e leva à árvore centenária que projeta as raízes como uma ponte natural sobre o Rio do Engenho. Já a Trilha do Salto tem 3 km e é facilmente percorrida em uma hora. No meio do caminho tem um pequeno aquário natural para se refrescar em dias de sol

Atrações
- Cachoeira Salto Morato
- Trilha da Figueira
- Banho de rio
- Observação de aves (birdwatching)

Dicas para conhecer a cachoeira Salto Morato
- Água
- Barras de cereal e frutas como lanche
- Local tem banheiro e lanchonete
- Fica aberto das 8h30 às 17h30
- Se for acampar, ligue no 41 3375 9671

Minha Aventura
13h55 - início da trilha
14h10 - chegada no aquário
14h50 - chegada na cachoeira

Depois de quase três horas a 40 km/h na pior estrada que passei, a chegada a Cachoeira Salto Morato fez valer a pena (para essa vez, apenas) o caminho percorrido. O tempo nublado não atrapalhou, aproveitamos o aquário que ainda sentiu os pingos da chuva comigo e meus amigos dentro. Mais 15 minutos e chegamos à maravilhosa cachoeira em um visual estonteante. 

Fotos
Aquário

Água transparente em parte do aquário

A cachoeira

O mais próximo possível de se banhar na cachoeira

70 metros de altura da cachoeira Salto Morato

Banho e curtição

Pico Paraná

Pico Paraná é a maior montanha da Região Sul do Brasil. Está localizada no conjunto da Serra do Ibitiraquire, entre os municípios de Antonina e Campina Grande do Sul. O "PP" foi descoberto por Reinhard Maack em 1941.

Localização: Campina Grande do Sul (PR)
Altura: 1.877 metros
Distância: 18 km (ida)
Tempo: 6h a 8h de subida
Intensidade: Alta
Dificuldade: Alta

Quanto custa
É cobrada taxa de entrada de R$ 15 (mas geralmente se cobra dez reais) na entrada das 07h às 18h na Fazenda Pico Paraná. O telefone para contato é (41) 9906-5574 (Tim) e mais informações sobre os preços para camping confira no site.

Como chegar
A melhor maneira é de carro. Saindo de Curitiba pela BR-116 em direção a São Paulo. Após 40 km a partir do Trevo do Atuba (Km 48) passa-se pelo posto de combustível Tio Doca no lado esquerdo da rodovia, nas proximidades do Km 47. Adiante se chega na ponte que passa sobre o Rio Tucum onde antes há um pequeno acesso de estrada de terra à direita. Dentro dessa estrada de terra são aproximadamente 6 km até chegar na Fazenda Pico Paraná, com espaço para acampar. 

Vindo de São Paulo, pela Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), cerca de 5,5 km após passar a ponte sobre a Represa do Capivari, chega-se no posto Tio Doca, à direita. Deve-se pegar o primeiro retorno, logo após o posto, e seguir então as mesmas instruções indicadas acima, para quem vem de Curitiba.

De ônibus o embarque pode ser feito na Rodoferroviária de Curitiba com a Princesa dos Campos na linha Curitiba - Registro/SP ou Curitiba - Rio Pardo com destino a Terra Boa e dar como referência o posto Tio Doca, que fica nesta localidade. Após passar o ponto do posto Tio Doca, pedir para o motorista para descer na próxima parada, que fica exatamente junto à ponte sobre o Rio Tucum. O tempo de caminhada da BR-116 até a fazenda é de aproximadamente 1 hora e meia.

Como fazer
A caminhada ao cume varia do ritmo que você vai levar. Se for acampar no topo do Pico Paraná, deve levar de 6h a 8h, pela falta de pressa e pelos equipamentos para o pernoite. Já para fazer um ataque, dependendo do seu ritmo pode levar de 4h a 6h. A trilha passa por alguns caminhos de referência como Pedra do Grito, lago morto à esquerda, Morro do Getúlio, virar para a trilha do Caratuva à esquerda, bica, cruzar para a trilha do Pico Paraná à direita, primeira visão do Pico Paraná, abrigo um, descida e subida da crista, abrigo dois, abrigo três e, finalmente, a pedra do cume. A trilha tem trechos com grampos, cordas e requer muito esforço para subir e passar por raízes das árvores. Escalaminhadas são frequentes e também há partes no qual se passa pelas pedras.

Atrações
- Ponto mais alto do Sul do Brasil (quer mais o que?)

Dicas para subir o Pico Paraná
- Água (tem três locais para reabastecer)
- Sanduíches para o almoço
- Barras de cereal e frutas como lanche
- Levar repelente, protetor solar, boné e óculos
- Lanterna e apito (obrigatoriamente)

Minha Aventura
08h50 - início da trilha

09h55 - chegada na bifurcação com o Pico Caratuva
10h35 - primeira vista do Pico Paraná
11h20 - chegada no trecho mais complicado na subida ao Pico Paraná

12h30 - chegada ao cume do Pico Paraná
13h50 - retorno após descanso e fotos
17h30 - chegada à base

Três horas e trinta e quatro minutos foi o tempo que eu e meu amigo levamos para subir o ponto mais alto do Sul do Brasil. Depois de ter enrolado tanto tempo para subir o Pico Paraná, decidindo acampar no dia que esse ocorresse, abandonamos essa ideia e resolvemos fazer de ataque. Muitas rapidez e obstáculos pelo caminho. Meu amigo sentiu mais na ida e eu senti mais na volta, no qual fizemos o mesmo tempo. No cume, uma vista maravilhosa que compensa qualquer esforço e, no fim, a sensação de dever cumprido.

Fotos
Início da trilha

Primeira vista do PP

Trecho mais complicado com grampos

Muito vento no cume do Pico Paraná

Pausa para foto

No ponto mais alto do Sul do Brasil

Ilha de Superagui

Ilha de Superagui é um destino pouco frequentado perto da Ilha do Mel, mas de beleza igualmente igual. Fica no município de Guaraqueçaba (PR) e dentro do Parque Nacional de Superagui. Criado em 1989, tem 700 habitantes e é patrimônio da Unesco como Sítio do Patrimônio Natural da Humanidade. Boto-cinza, papagaio-da-cara-roxa e mico-leão podem ser encontrados no local.

Localização: Guaraqueçaba (PR)

Quanto custa
Você deve incluir a gasolina e pedágio até Paranaguá. Tentar achar um estacionamento (ou estacionar na rua como foi o meu caso) para fazer a travessia de barco a partir de Paranaguá (R$ 35), mas também de Guaraqueçaba (R$ 52) o que não recomendo nunca. Incluir hospedagem em camping por R$ 15 a R$ 20 por pessoa ou nas pousadas locais, além de dinheiro para se alimentar.

Como chegar
Para chegar à Ilha de Superagui você pode pegar um barco com duração entre 2h30 e 3 horas. O local de partida está nos trapiches da Rua General Carneiro, atrás do restaurante Danúbio Azul. De segunda a sábado os barcos saem 14h30 e o trecho de Superagui a Paranaguá saem 07h00. No domingo é feito apenas o trecho para Paranaguá às 14h. Também é possível ir de lancha voadeira em 50 minutos.

Por Guaraqueçaba o caminho é muito mais longo, prepare-se para sofrer por 2h30. A estrada até a cidade não é pavimentada e cheio de pedras. Não é possível acelerar a mais de 40 km/h em 80% do trecho de 77 km desde quando começa a estrada sem asfalto. Os barcos saem 14h de Guaraqueçaba e saem 07h de Superagui às segundas, quartas e sextas. Para ir de Paranaguá a Guaraqueçaba há dois horários: às 09h e às 14h. 

Como fazer
Uma relação completa de pousadas e Campings podem ser conferidas aqui. Na Ilha de Supeagui o objetivo é descansar. Não há muito o que ser feito a não ser aproveitar a calmaria do lugar e observar a natureza e alguns animais que possam surgir. Há a trilha para a Praia Deserta - o início dela, pois sua extensão é de 38 km até a divisa com São Paulo. Se visitar a Ilha das Peças ou as Ilhas Pinheiro e Pinheirinho, conte como foi.
- De Superagui até Praia Deserta pela trilha são 4 km em um hora
- De Superagui até Praia Deserta pela praia são 4 km em duas horas
- Caminhada de 38 km pela Praia Deserta até a divisa com São Paulo

Atrações
- Barra de Superagui
- Trilha da Lagoa (para a Praia Deserta)
- Praia Deserta
- Ilha das Peças
- Ilha do Pinheiro

Dicas para a Ilha do Mel
- Levar dinheiro em espécie mesmo que alguns lugares aceitam cartão
- Levar protetor solar, repelente, lanterna e remédio
- Alugar uma bicicleta na Pousada Sobre as Ondas

Minha Aventura
Relaxe, descanse, observe. A Ilha de Superagui é um oásis de tranquilidade e calmaria. Se quer um lugar para ficar longe de tudo e não fazer nada, é o local ideal. Pena que a minha experiência não foi das melhores. Dias nublados, trilha para a Praia Deserta cheia de butuca, chuva durante a noite no camping, mas nada que tirasse a alegria minha e dos meus amigos. O lugar é belo e vale a pena ser visitado.

Fotos

Passeio de lancha: note que o piloto sumiu

Pose para a foto

Lugar tudo em cima (exceto em época de butuca)

Barcos na costa

Praia Deserta

Ao menos um sirizinho deu o ar da graça na Ilha de Superagui


Ilha do Mel

A Ilha do Mel é o local com as melhores praias do Estado do Paraná. Fica no município de Paranaguá, é administrada pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e só tem acesso por barcos sendo possível andar apenas a pé ou de bicicleta. O Parque Estadual da Ilha do Mel tem 2585 hectares, dos quais 120 hectares são ocupados, 345 são de reserva natural com a existência de trilhas e 2240 hectares é estação ecológica com entrada proibida. A Ilha do Mel tem limite para cinco mil pessoas.

Localização: Paranaguá (PR)

Quanto custa
Você deve incluir a gasolina e pedágio até Pontal do Sul ou Paranaguá. O estacionamento (R$ 10 a R$ 20) para fazer a travessia de barco a partir de Pontal do Sul (R$ 35) até Nova Brasília ou Encantadas, mas também de Paranaguá (R$ 52). Hospedagem nas pousadas e campings na Ilha do Mel, além de comida.

Como chegar
Para chegar à Ilha do Mel há dois pontos de desembarque feitos por barcos da Abaline (41 3455-1129 ou 3425-6325)
- De Pontal do Sul a Nova Brasília leva de 30 a 40 minutos 
- De Pontal do Sul a Encantadas são 25 minutos
- De Paranaguá a Encantadas e Nova Brasília são 1h45 a 2h de duração
Existem linhas regulares e diárias das 8h às 17h. Durante a alta temporada, os barcos partem a cada 30 minutos e a cada uma hora em baixa temporada. Entre Encantadas e Nova Brasília há uma linha que parte a cada hora. Outra opção é gastar R$ 60,00 por pessoa para atravessar de lancha para quatro pessoas.

O acesso ao terminal do município de Pontal do Paraná, para quem vem de Curitiba, pode ser feito pela BR-277 até Paranaguá e, em seguida, pela PR-407 até a PR-412, que margeia parte do litoral do Estado. Para quem vem por Santa Catarina, o acesso é feito pela BR-101, seguindo na SC-412, que liga o município de Garuva até o de Guaratuba, onde se deve fazer a travessia de balsa (Guaratuba-Matinhos) e posteriormente seguir pela PR-407 até o município Pontal do Paraná.

Como fazer
O Booking é o melhor lugar para pesquisar os locais para se hospedar. No site da Prefeitura de Paranaguá também há uma lista de locais para ficar na Praia do Farol, de Encantadas e de Fortaleza. Além de aproveitar as praias e outras atrações (logo abaixo), além dos restaurantes locais, caminhadas são o melhor jeito de explorar a Ilha do Mel. 
- De Brasília a Encantadas são 4,8 km em 2h30
- De Brasília ao Farol são 1,6 km em 30 minutos
- De Brasília a Fortaleza são 4 km em 1 hora
- De Encantadas a Farol são 5,7 km em 2h40 (possível de fazer com lancha)
- De Encantadas a Fortaleza são 8,8 km em 3h30
- De Encantadas a Gruta são 0,6 km em 15 minutos

Atrações
Em Nova Brasília
- Praia do Limoeiro
- Praia do Istmo
- Istmo em Nova Brasília
- Praia do Farol
- Farol das Conchas
- Praia de Fora

Em Encantadas
- Praia de Encantadas
- Gruta de Encantadas
- Praia de Caraguatá
- Capela de São Francisco de Assis
- Praia do Miguel
- Praia do Belo

Em Fortaleza
- Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres

Dicas para a Ilha do Mel
- Levar dinheiro em espécie mesmo que alguns lugares aceitam cartão
- Levar repelente, lanterna e remédio
- Alugar uma bicicleta (R$ 40) 
- Veja nesse mapa mais sobre a Ilha do Mel

Minha Aventura
Uma maravilha de lugar. É assim que posso descrever a Ilha do Mel na minha passagem de um dia pelo lugar. Cheguei, eu e meus amigos, na Ilha do Mel por volta da 11h30, almoçamos e seguimos para a Praia do Limoeiro, de águas calmas e perto da pousada onde duas amigas passaram a noite. Aproveitamos bastante e seguimos, por volta das 16 horas, para subir ao Farol. A vista do topo é linda e conferimos as belezas da agitada Praia de Fora e da vazia Praia do Farol.

Fotos

Farol

Praia de Fora

Na Praia do Limoeiro

Vista do Farol das Conhas

Farol das Conchas

Morro do Vigia

Morro do Vigia está situado em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba (PR). Tem 1.340 metros de altura e fica junto ao Morro do Canal e Torre Amarela com o acesso sendo o mesmo para os três locais. 

Localização: Piraquara (PR)
Altura: 1.370 metros
Distância: 4 km
Tempo: 1h30 de subida
Intensidade: Baixa
Dificuldade: Baixa

Quanto custa
A entrada para a subida do Morro do Canal está dentro da propriedade particular Sítio Rocha, mas o dono, o Seu Zezinho, deixa permite a passagem de montanhistas sem problemas (mas leve dez reais por carro por garantia).

Como chegar
O acesso mais comum ao morro é pela BR-277. De Curitiba a Paranaguá, utilize o último retorno antes do pedágio. A aproximadamente 900 metros haverá uma estrada de chão à direita. A estrada corta a região da Colônia Imperial de Santa Maria do Novo Tirol da Boca da Serra. Zere o odômetro do caro e siga 3,6 km até uma bifurcação. Siga à direita e com 4,5 km chegará à represa. 

Seguindo novamente à direita, margeando a represa, a estrada chega a uma nova bifurcação (a 6,8 km), seguindo agora para a esquerda. Esse é o pior trecho da estrada, que ultrapassa uma subida um pouco mais longa, até chegar a uma nova bifurcação (com 8,2 km). É nesse ponto que se une à outra opção de acesso ao Morro do Canal (veja abaixo). O caminho é seguindo pela direita, tanto nessa quanto na bifurcação seguinte (com 8,45 km). Desse ponto em diante não existem mais bifurcações e a estrada termina no portão do Sítio Rocha (ou Seu Zézinho) com o total de 10,7 km.

Saindo de Piraquara, siga pela Rodovia João Leopoldo Jacomel. Chegando em Piraquara a estrada se divide em uma avenida que corta a cidade e a continuação da rodovia. Nesse ponto entre na primeira rua a direita (Rua Carlos Belão) que passa atrás do cemitério e depois siga a esquerda. Mantenha-se no asfalto até a próxima bifurcação, seguindo pela direita, agora em estrada de chão pela Rua Nova Tirol. Zere o odômetro e na primeira bifurcação (1,5 km) a estrada segue pela esquerda até chegar a um posto de saúde (2,7 km) onde o caminho continua para a direita. 

Logo a estrada terá nova bifurcação (3,4 km) e siga pela direita. Na bifurcação seguinte (com 4,35 km) o caminho para o Morro do Canal continua pela esquerda, seguindo em direção aos Mananciais da Serra. Antes de chegar aos mananciais, com 5,85 km há uma nova bifurcação que deve seguir à direita. Nesse trecho seguinte a estrada passa por dentro da Sanepar onde é proibido parar. 

Ao chegar no portão (com 7,35 km) basta dizer que está indo para o Morro do Canal que a passagem é liberada. Após atravessar os Mananciais da Serra, a estrada segue até encontrar com a estrada que vem da BR-277, onde há uma nova bifurcação (com 10,84 km). Seguindo à direita nessa e na próxima bifurcação (11,1 km) não haverão mais desvios no caminho até o portão do Sítio Rocha com 12,3 km.

Como fazer
O início da trilha dentro da propriedade, mas não é tão marcada. Preste bastante atenção no caminho que não é tão frequentado devido à popularidade do vizinho Morro do Canal. Passado os momentos iniciais, encontrará obstáculos como correntes que auxiliam na subida e grampos para subir as pedras. No não tão grande cume, é possível avistar o Morro do Canal.  

Atrações
- Vista do Morro do Canal
- Vista do Morro Torre Amarela

Dicas para o Morro do Canal
- Água
- Sanduíches para o almoço
- Barras de cereal e frutas como lanche
- Levar protetor solar, boné e óculos
- Local tem banheiro e lanchonete

Minha Aventura
09h30 - início da trilha
11h00 - chegada no cume

Entende-se porque a trilha para o Morro do Vigia não é tão frequentada. O caminho não é marcado e parece que ninguém quer passar por ali. Não levei minha câmera e as fotos foram tiradas do celular. A vista é tão bonita quanto a do Morro do Canal, sendo possível ver esse.

Fotos